O que é? 

O ozônio (O3), conhecido como oxigênio ativo, é um gás natural e protege os seres vivos, como um filtro, dos raios solares malignos. Ele é um poderoso bactericida, algicida, fungicida e viricida (destroi esses microorganismos até 3.120 vezes mais rápido que o cloro), além de ser reconhecido como o mais seguro e eficaz método de tratamento de água do mundo, com aplicações em indústrias, piscinas, águas municipais, medicina e odontologia. 
Os microorganismos não desenvolvem resistência ao ozônio, como acontece com os antibióticos em geral, garantindo a eficiência do processo a longo prazo. 
O ozônio é produzido no local, a partir do ar ambiente, não necessitando de compra, transporte, armazenagem e manipulação de insumos. Sua geração é automática, com custo de operação em geral inferior ao do uso de produtos químicos.

 

Porque é bom utilizar ozônio? 

Aplicado na desinfecção da água, o ozônio faz o papel de agente microbiológico e oxidante e elimina as cloraminas (reação do cloro com todas as impurezas presentes na água). As cloraminas são as grandes vilãs das piscinas, pois agravam problemas alérgicos e respiratórios, causam ardência nos olhos, ressecamento na pele e nos cabelos, descamação do esmalte das unhas, além de deixar cheiro desagradável na água e no corpo. 
A tecnologia ozônio, além de eliminar os desconfortos ocasionados pelas cloraminas reduz os casos de doenças como otite (inflamação dos ouvidos). 

Ozônio no mundo 

O conhecimento dessa tecnologia é recente no Brasil porque os equipamentos eram fabricados e comercializados somente fora do país. Desde a entrada da Panozon no mercado em 2000, foi possível desenvolver o mercado brasileiro com uma tecnologia confiável, eficiente e 100% natural. Isto possibilitou o rápido crescimento do ozônio no mercado de piscinas, tornando-se a alternativa número 1 no tratamento convencional do cloro. 
A tecnologia do ozônio para o tratamento de água é antiga. A cidade de Nice, na França, criou a primeira planta para a purificação de água para beber, utilizando a tecnologia ozônio já em 1906. 
Além disso, o ozônio é usado para o tratamento de água de piscinas residenciais, clubes, academias, hoteis, spa´s e ofurôs há mais de 40 anos em países como Estados Unidos, Alemanha, Canadá e França. Um exemplo dessa utilização é o tratamento de água das piscinas das competições dos Jogos Olímpicos em Sidney e Atlanta. Os nadadores aprovam o tratamento e dizem que a água fica “mais leve”, o que agiliza a prática dos exercícios.

 

Onde podemos utilizar ozônio?

Para piscinas residenciais e comerciais
Nas piscinas elimina os desconfortos do ‘cloro’ como pele e cabelos ressecados e ardência nos olhos. É ideal para pessoas com rinites e alergias respiratórias ou de pele. Proporciona a sensação de nadar numa piscina natural.
O ozônio Panozon é utilizado nas melhores academias, clubes, condomínios, SPAs, hoteis, clínicas de hidro/fisioterapia e colégios do país, o que deixa a água 100% saudável, bem cuidada e cristalina.
Além de ser ecologicamente correto, o tratamento da água de piscinas com Panozon tem como vantagem a eliminação das cloraminas (reações do cloro com todas as impurezas presentes na água), responsáveis pela ardência e irritação nos olhos, ressecamento de pele e cabelos. Confira!

Para Caixas d’água 
Trata a água da caixa d’água de seu condomínio ou seu sua residência, previnindo o contato de sua família com microorganismos presentes na água, nos momentos de banho, higiene bucal e cozimento de alimentos. Confira!

Para Indústria
A Panozon produz sistemas móveis e fixos de geração, aplicação e transferência de ozônio para a água e ar, utilizados em processos de sanitização e desinfecção em geral. Estes sistemas foram projetados para atender as indústrias químicas, cosméticas, farmacêuticas, frigoríficos, abatedouros e muitos outros segmentos. 
Em qualquer processo oxidativo, seja para uma determinada reação química, seja para eliminar microorganismos e contaminantes, o ozônio pode ser utilizado de forma muito eficiente, sendo até 3.120x mais eficaz que produtos químicos oferecidos no mercado.
Abaixo, listamos alguns exemplos de aplicações da tecnologia Panozon:
Torres de resfriamento 
Lavagem de alimentos
Desinfecção de água e efluentes (ETE e ETA)
Desinfecção de vasilhames
Abatimento de metais (água de poço e processos industriais)
CIP – Clen In Place (fase de desinfecção)
Abatimento de odores
Tratamento de água de chuva. Confira!

Para saneamento
A Panozon oferece sistemas geração de ozônio para tratamento de água de concessionárias. Confira!

 

Curiosidades

O ozônio na estratosfera é considerado “bom” porque evita que a radiação maléfica de ultravioleta (UV) chegue à superfície da Terra. Em nível de superfície é considerado tóxico, por causa de suas fortes propriedades oxidantes podendo causar danos às plantações, árvores e outras vegetações devido ao fato de reduzir sua capacidade das plantas de retirar o dióxido de carbono da atmosfera. 

Mas o ozônio pode ser usado de várias formas benéficas ao homem, por exemplo, quando usado no tratamento da água é extremamente eficaz, pois oxida totalmente as cloraminas (subprodutos do cloro), além de vírus, bactérias e tudo que possa comprometer a segurança do banhista.

Para proporcionar mais eficiência e conforto às pessoas que gostam de utilizar piscinas, existe no mercado diversos tratamentos alternativos como o ozônio -o mais eficiente- e também UV e ionizador. 

O tratamento com UV ou ionizador, elimina apenas alguns microorganismos presentes na água, mas não consegue eliminar todas as ‘sujeiras’ da água. Já o ozônio elimina esses microorganismos (vírus, bactérias, algas, etc), além de sub-produtos (bronzeadores, cloraminas, etc) e também carga orgânica ( pele morta, suor, urina, excreções, etc), salientando que o ozônio elimina 100% das cloraminas.

As maiores vilãs das piscinas são as cloraminas. Elas se formam quando o cloro reage com a carga orgânica e agravam problemas alérgicos e respiratórios, causam ardência nos olhos, ressecamento da pele e cabelos, descamação dos esmaltes das unhas e deixam cheiro desagradável na água e no corpo. 

Cada tratamento tem suas peculiaridades, seus prós e contras. Mas, independente de qual seja o escolhido, é imprescindível garantir as condições necessárias para proteger os banhistas que estejam usando ou vão usar a piscina. 

O cloro residual tem que estar presente por exigência da vigilância sanitária (portaria nº 518, que dispõe sobre parâmetros para água de consumo humano, o que inclui uso em piscinas públicas ou privadas), isto porque os tratamentos com UV, ozônio ou ionização não deixam residual na água. Assim, a mesma ficará desprotegida até passar novamente na casa de bomba para filtração.

Sobre a NR 15 (norma que regula atividades e operações insalubres), vale lembrar que no tratamento com ozônio o banhista em momento algum entra em contato com o ozônio pois não há retorno de ozônio na piscina. 

O tratamento ocorre na casa de bombas, onde a água passa pelo tanque de contato antes de voltar para a piscina, neste momento livre de contaminações. O ozônio após oxidar os contaminantes presentes na água, retorna à forma de oxigênio e não agride o meio ambiente. 

É importante ainda salientar que esta água deve receber uma carga mínima de 0,05ppm de cloro residual para estar em perfeitas condições de uso aos banhistas e se enquadrar nas normas da Vigilância Sanitária.